Mídia Alternativa CET

•Março 25, 2008 • Deixe um comentário

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Fora da faixa nunca mais! A CET anda sacrificando pessoas que ainda persistem atravessar ruas, avenidas, balsas, fora da faixa de pedestre. Os amarelinhos que não deixam escapar uma anotação andam fazendo as pessoas se chocarem nas ruas com o adesivo de ônibus feito especialmente para aqueles que adoram a adrenalina de atravessar a rua em seu lugar e hora errada. Além de conscientizar a população os CETS não apenas mostram que são bons para pegar os motoristas como também os pedestres. Essa campanha não é real foi uma inspiracão feita para o site http://www.desencannes.com/perolas/detalhes_alternativa.php?id=4, achei essa matéria super legal comovendo as pessoas, acho que a CET deveria aderir a idéia. Foi inspirada numa campanha real da Nova Zelândia confira no blog: http://www.brainstorm9.com.br/2004/06/30/nao-corra-perto/.

Linguagem Hipermidiática

•Março 24, 2008 • Deixe um comentário

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Podemos entender como hipermídia uma integração de gráficos, animações, interatividade, etc. Santaella e McLuhan concordam no fato de que cada novo meio incorpora a linguagem do meio anterior, como a televisão absorveu influências do rádio, assim como do cinema que por sua vez incorporou referências do teatro. Tenho como exemplo de hipermídia o site do bar da boa http://www.tatuagemdaboa.com.br/; onde você pode “zoar” com seus amigos mandando a brincadeira em seu e-mail. Muito diferente e atrativa, pois nada como a bela Juliana Paes para encarar essa travessura deixando qualquer um de queixo caído. Encare essa brincadeira e se divirta pegando todos os seus amigos!  

As três categorias Piercianas

•Março 21, 2008 • Deixe um comentário

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Para Pierce todo pensamento é um signo. Entendemos como signo aquilo que representa algo para alguém. As categorias fenomenológicas universais de Peirce consiste em primeiridade, secundidade e terceiridade. A primeiridade é o sentimento que você sente quando vê determinado objeto; já na secundidade é a lembrança que aquele objeto te trás com alguma experiência sua; a terceiridade se refere à parte lógica quando você reconhece o objeto. Esses são os conceitos básicos da semiótica perciana.Com essa imagem irei passar pelas três categorias.Quando a vi pela primeira vez tive a sensação de paz, tranqüilidade, bem estar, já que o azul trás essas sensações. Me fez lembrar quando fui a Bahamas mergulhar e vi vários peixes diferentes coloridos, o azul desse objeto me lembrou a cor do mar que estava naquele dia. Temos como terceiridade dessa foto uma flor.

A Era digital

•Março 19, 2008 • Deixe um comentário

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Com a nova era da TV digital, a comissão dos filmes de 30 segundos que são as prioridades das agências nunca esteve tão ameaçados com essas mudanças. Onde o telespectador é quem expõe a voz ativa na programação. Podendo interagir com o conteúdo da TV, tendo ate mesmo a possibilidade de fazer compras, apenas selecionando o produto desejado com o controle remoto sem mesmo sair de casa. Nós futuros publicitários teremos que aprender a vender produtos e serviços com interatividade e sob demanda. Creio eu que o Tie In seria uma forma vantajosa para esse meio, onde comerciais não poderão ser mais vistos pelo telespectador. Sendo uma forma de divulgar o produto em telenovelas, cinemas, o ator não explica e nem fornece dados do produto, apenas mostra a sua imagem. Hoje em dia já é muito usado e tem mostrado bons resultados. A TV digital terá como principal atrativo as plataformas móveis, com celulares e aparelhos em meios de transportes com a mesma qualidade de recepção dos pontos fixos. Com tantas formas de assistir a TV, o telespectador ficará mais exigente em relação ao conteúdo exibido.

HBO com nova série dramática

•Março 18, 2008 • 1 Comentário

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No mês de abril, o canal HBO da América Latina abrirá as portas da agência mais cobiçada do premio EMMY AWARDS, sim se trata de uma agência fictícia, estamos falando do seriado dramático Mad Men. A trama se trata do enrolar de uma agência renomeada nos anos 60, onde os temperos são bebidas, sexo e muito dinheiro, a história é intrigante vale a pena conferir. A série entrou com tudo no second life, já montou sua agência, lá tudo acontecerá como nos episódios na TV. O second life como lançamento da agência, criou um espaço onde os avatares femininos se beneficiaram com um jantar romântico com o todo poderoso Don Draper, a mulher que conseguir fisgar o galã, participará de um episódio da série no second life. Com chamadas nos intervalos da série na TV, você não perderá essa oportunidade não é?

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Já para os marmanjos, terão a possibilidade de adicionar a linda Betty Draper no skype e ouvir sua sensual voz em uma conversa íntima.

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 Agora se você se interessou pela trilha sonora do episódio, você encontrará no itunes todas as soundtracks. Para quem não conseguir conter-se até lá, entre no youtube e confira os episódios sem cortes e ainda de boas gargalhadas com os erros de gravações.   

Midia Alternativa

•Março 10, 2008 • Deixe um comentário

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        Nada mais que uma propaganda ao ar livre, o consumidor em movimento esta indefeso a essa midia, todo mundo ve, so basta escolher os pontos e as areas certas para que o alvo seja atingido. A mensagem tem que ser direta, rapida, de facil leitura e conter as principais informaçoes, tudo isso porque o consumidor estara em movimento, tanto de carro, de moto, a pe, de onibus, etc. A paisagem urbana e muito rica de elementos, e uma infinidade de outras coisas que atraem os sentidos do publico consumidor por isso a midia externa  precisa de muita imaginacao e diferencial para  se destacar. Coloquei aqui algumas fotos que mostram esse tipo de midia bem diferentes e chamativas espero que voces gostem! Fiquem a vontade para comentar e bisbilhotar um pouco mais sobre esse assunto!

Texto de Hugh Hewitt

•Março 10, 2008 • Deixe um comentário

              O blog e uma maneira muito divertida e liberal que você pode falar sobre o que você quiser, sem limitações. ”E uma oportunidade quase gratuita de estabelecer e defender uma marca, introduzir novos produtos ou produzir agitação, por um tempo indefinido” segundo o autor. Hugh afirma que ha riscos especialmente para personalidades publicas, mas numa época como a nossa tão rígida com as falhas alheias nos superestimamos esses riscos. Contudo o texto pode trazer benefícios pela reputação e gerar seguidores. A blogosfera pode introduzi seu produto, sua reputação ou sua organização citando em seu propio blog. Não podemos confundir também blogs com sites, pois tendo como a principal controvérsia, autenticidade e a credibilidade conquistada.

Havaianas

•Março 7, 2008 • Deixe um comentário

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     Produzida pela agência AlmapBBDO, as peças misturam fortes cores e um poema, de autoria de Cássio Zanata, cujos versos falam dos lugares onde é possível aproveitar a vida, usando as sandálias Havaianas. O anúncio é composto por duas peças seqüências, de página dupla. O primeiro deles traz o pé esquerdo de uma sandália e um pé direito, descalço, coberto com fitas coloridas, nas quais estão escritos os versos do poema. Na página seguinte, a ordem é invertida e é no pé esquerdo que o restante do poema aparece escrito. A idéia é representar o ideal de começar o novo ano com ‘o pé direito’ e reforçar as boas vibrações para o novo período. No ano passado a Alpargatas passou a comercializar e promover as sandálias fora do Brasil, e não apenas distribuir. A agencia emplacou a campanha das havaianas entre as 10 melhores da mídia impressa, fechando o ano com chave de ouro. Nada mal para o que antes era visto como apenas um par de chinelos.

A urgência de uma filosofia da fotografia

•Fevereiro 20, 2008 • Deixe um comentário

          

      Uma breve análise do texto “A necessidade de uma filosofia da fotografia” de Vilém Flusser. Flusser define fotografia como imagens formadas por aparelhos afim de formar receptores. Imagem, aparelho, informação e programa formam pedras angulares de toda filosofia da fotografia; revelam o chão da circularidade ou seja o eterno retorno, causa e efeito. Os quatro conceitos chaves são também os da cosmologia. A fotografia fez com que nós pensássemos assim como “pensam” os computadores. O homem inventou as máquinas tendo como modelo o seu próprio corpo. A fotografia passa a ser modelo de pensamento, segundo Flusser. Os fotógrafos são inconsciente da sua práxis, da liberdade em contexto dominado por aparelhos. A filosofia da fotografia é surgida para que essa práxis seja conscientizada, pois sem ela jamais procuraremos aberturas para a liberdade na vida do funcionário dos aparelhos, ou seja apontar o caminho da liberdade.